31
Dez 10

 

The name of this tune is Mississippi Goddam And I mean every word of it

 

Alabama's gotten me so upset Tennessee made me lose my rest And everybody knows about Mississippi Goddam Alabama's gotten me so upset Tennessee made me lose my rest And everybody knows about Mississippi Goddam Can't you see it Can't you feel it It's all in the air I can't stand the pressure much longer Somebody say a prayer Alabama's gotten me so upset Tennessee made me lose my rest And everybody knows about Mississippi Goddam This is a show tune But the show hasn't been written for it, yet Hound dogs on my trail School children sitting in jail Black cat cross my path I think every day's gonna be my last Lord have mercy on this land of mine We all gonna get it in due time I don't belong here I don't belong there I've even stopped believing in prayer Don't tell me I tell you Me and my people just about due I've been there so I know They keep on saying "Go slow!" But that's just the trouble "do it slow" Washing the windows "do it slow" Picking the cotton "do it slow" You're just plain rotten "do it slow" You're too damn lazy "do it slow" The thinking's crazy "do it slow" Where am I going What am I doing I don't know I don't know Just try to do your very best Stand up be counted with all the rest For everybody knows about Mississippi Goddam I bet you thought I was kiddin', didn't you Picket lines School boy cots They try to say it's a communist plot All I want is equality for my sister my brother my people and me Yes you lied to me all these years You told me to wash and clean my ears And talk real fine just like a lady And you'd stop calling me Sister Sadie Oh but this whole country is full of lies You're all gonna die and die like flies I don't trust you anymore You keep on saying "Go slow!" "Go slow!" But that's just the trouble "do it slow" Desegregation "do it slow" Mass participation "do it slow" Reunification "do it slow" Do things gradually "do it slow" Will bring more tragedy "do it slow" Why don't you see it Why don't you feel it I don't know I don't know You don't have to live next to me Just give me my equality Everybody knows about Mississippi Everybody knows about Alabama Everybody knows about Mississippi Goddam That's it!

 

(Mais música para esta noite) 

publicado por flordocardo às 13:17
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(Para a passagem de ano, seguindo a sugestão da Luísa)

 

publicado por flordocardo às 11:28
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publicado por flordocardo às 00:32
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*   *

 

Muito provavelmente o meu último poema deste ano e que só há poucos instantes acabei de concluir (ainda que...)

______________

 

A PORTA

 

De abrires a vida como quem abre uma porta

que posso dizer?

 

A minha vida passou toda por ti

como um relâmpago

 

Acontece sempre que penso em ti

 

E a porta abre-se

 

 

(Lisboa, 17-30.12.2010)

 

publicado por flordocardo às 00:23

30
Dez 10

 

(Música para antes do jantar de hoje...)

 

publicado por flordocardo às 19:50
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*   *

 

Em vez de se discutir como pode o país voltar a crescer - e com mais igualdade -, discute-se o que fará fulano de tal ou fulano de tal, a respeito disto ou daquilo (sempre questões laterais e secundárias, note-se) se for eleito para a Presidência da República; e discute-se ainda aquilo que o outro fez e não devia ter feito...

 

Ter indústria, ter agricultura, ter serviços, ter pescas, ter uma melhor Saúde e um melhor sistema de Educação, isso não se discute - apesar disto ser precisamente aquilo que importa discutir. Tanto mais que começa a ser consensual que este regime e modelo económico já deram o que tinham a dar...

 

Foi isto que verifiquei nos debates televisivos.  E agora está decidido de vez: nenhum dos actuais candidatos vai ter o meu voto no dia 23 de Janeiro.

 

 

Contudo há um aspecto no debate de ontem que não posso deixar em claro: aquela história do «não dizer mal dos credores»…

 

Cavaco Silva voltou à carga sobre este assunto, sem ter tido uma resposta firme e peremptória de Manuel Alegre.

 

O que Cavaco defende, no fundo, é a velha máxima do tempo da outra senhora de que «manda quem pode, obedece quem deve». A actual “sensatez” de Cavaco não me espanta. Não foi dele que veio a história do «bom aluno» - da qual estão à vista os “bons resultados”?...

 

A teoria de Cavaco é tão simples e rasteira quanto isto: sejamos servis, pois quem nos empresta dinheiro a juros usurários só quer o nosso bem…

 

Mas eu acho que nem Salazar nem Caetano teriam ousado ir tão longe quanto Cavaco nesta matéria. Eis o que Alegre lhe devia ter dito, caso tivesse no sítio os ditos cujos…

 

 

 

publicado por flordocardo às 15:56

29
Dez 10

 

*

 

Este é o trabalho mais completo e actual sobre a obra poética de Jorge de Sena. Constituiu a prenda de Natal que ofereci a mim próprio e que há longo tempo procurava, pois este trabalho (notável!) remonta a 1993. 

 

 

Autor: LOURENÇO, Jorge Fazenda

Editora: Guerra & Paz

Género: Saber & Educação, Ensaio, Literatura

Ano de Edição: 2010

Formato: 11x19cm

Nº de Páginas: 592

ISBN: 978-989-8174-98-7

P.V.P.: 21 euros

publicado por flordocardo às 17:50
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*   *   *

 

Agneta Fältskog, uma das vozes dos «Abba», garantiu que o grupo vai voltar aos palcos.

Fältskog dá como certo o reencontro - «vamos fazer alguma coisa juntos» -, que espera ser «divertido».

 

Era só o que nos faltava para 2011... Depois do Tony Carreira e companhia é mesmo do que estamos a precisar...

 

«Diversão»? Fujam!!!

 

publicado por flordocardo às 17:47
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*  *

Transcrevo na íntegra um artigo de opinião que pilhei do «Diário Económico» on-line. Leiam com atenção e comentem, pois acho que a coisa o merece. E, por agora, limito-me a destacar a vermelho a parte do artigo que considero mais interessante. 

 

*

 

DE  -  23/12/10 - 00:01 - Joseph Stiglitz 

«Alternativas à austeridade

No rescaldo da Grande Recessão, os países ficaram com défices sem precedentes em tempo de paz e aumentou a sua ansiedade quanto à dívida que não parava de aumentar.

Esta situação levou à adopção de novas medidas de austeridade em muitos países - políticas cujo resultado acaba por ser, quase sempre, economias nacionais e globais mais fracas a que se junta ainda um nítido abrandamento do ritmo da recuperação. Grandes reduções do défice têm como resultado um abrandamento económico, uma redução das receitas dos impostos e um aumento do recurso ao fundo de desemprego e a outros benefícios sociais.

Mas esta tentativa de travar o aumento da dívida exige ponderação, devendo os países centrar-se nas suas prioridades e procederem a uma reavaliação dos seus valores Os EUA, ao contrário do Reino Unido, não vão proceder a grandes reduções orçamentais a curto prazo. Mas as perspectivas a longo prazo não são muito auspiciosas, sendo necessário fazer alguma coisa, o que levaria o Presidente Obama a nomear uma comissão bipartida de redução do défice que está agora a analisar a situação.

Do ponto de vista técnico, reduzir o défice é muito simples: ou se corta na despesa ou se aumentam os impostos. Mas a agenda de redução do défice, pelo menos nos EUA, vai mais longe: trata-se de uma tentativa de reduzir a protecção social, a progressividade fiscal e o papel e a dimensão do Estado - deixando ao mesmo tempo interesses estabelecidos, como o complexo militar-industrial, praticamente intocáveis.

Nos EUA (e em alguns países industriais avançados) essa agenda de redução do défice tem que ser adoptada tendo em conta o que aconteceu na década anterior: aumento da despesa com defesa, aumento das desigualdades e enfraquecimento da classe média, fraco investimento no sector público, nomeadamente em infra-estruturas e aumento dos apoios às empresas.

Perante isto, é relativamente fácil formular um pacote de redução do défice que aumente a eficiência, fomente o crescimento e reduza as desigualdades. Para tal são necessários cinco ingredientes: aposta em investimentos públicos de elevada rentabilidade, redução das despesas militares, redução dos apoios às grandes empresas, criação de um sistema fiscal mais justo e mais eficiente e, por fim, e uma vez que 20% do rendimento está na mão de 1% da população, um pequeno aumento de 5% nos impostos, o que permitiria arrecadar mais de mil biliões ao longo da década.

Um pacote de redução do défice de acordo com as linhas aqui traçadas corresponderia assim às exigências dos adeptos da redução do défice. Aumentaria a eficiência, promoveria o crescimento e beneficiaria os trabalhadores e a classe média.

Só há um problema. Não beneficiaria os que estão no topo, as grandes empresas e outros grupos de interesse que têm dominado até aqui a política norte-americana, razão pela qual uma proposta razoável como esta nunca será adoptada.»

 

Tradução de Carlos Tomé Sousa
____

Joseph E. Stiglitz, Prémio Nobel da Economia

 

publicado por flordocardo às 01:29

publicado por flordocardo às 00:29
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