27
Abr 11

 

*   *

 

Foi boa a viagem até Constância, na passada segunda-feira!

 

Mas há por ali algo que já tem a ver com a crise actual. Eu depois explico melhor.

 

publicado por flordocardo às 01:08
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23
Abr 11

*

Constância

photo

Foto de Vítor Oliveira

Parece que desta é que vai ser... Voltar a Constância, lá para o próximo domingo. Ou segunda-feira.

publicado por flordocardo às 00:56
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20
Ago 10

 

 

Faltou contar-vos a segunda peripécia...

 

Quarta-feira, depois da visita ao Museu, resolvo ir até à Ribeira de Nisa. Uma piscina municipal em plena Serra de S. Mamede, com barzito e tudo, parecia bem para terminar a tarde. Táxi e aí vou eu.

Pago, saio, desço e, surpresa das surpresas, a piscina estava fechada! Dá para acreditar? Não... A verdade é que quarta-feira era o dia de descanso semanal da dita cuja!...

Felizmente sou português e um português nunca se atrapalha. Investigo a melhor forma de dar o salto e, passado uns instantes, aí estou eu!

Relva, árvores, mesas, bancos e uma piscina só para mim, só para mim!

Dá para acreditar? Dá, dá - ou se dá!

 

Pelas 18.45 horas chamo o táxi e conto o sucedido. Mil desculpas! «Eu nem sabia que isto fechava, ó amigo!». Desculpas aceites, claro.

 

E assim terminou a minha escapadinha a Portalegre (conhecendo gente bem simpática, convirá acrescentar).

 

(PS 1 - Espero que a Câmara Municipal não descubre a invasão e me venha a enviar alguma multa.

PS 2 - Comidinha?, perguntarão vocês... Eu digo que foi excelente. Eis as minhas refeições, por ordem cronológica e tudo: plumas de porco preto, sopa de cação, ensopado de borrego e bife à «Escondidinho».)

 

publicado por flordocardo às 23:50

 

Pois foram longas caminhadas entre o Rossio e a Praça da República, e vice-versa, e ruelas e becos circundantes.

Boas caminhadas numa cidade da qual gostei, embora seja mais íngreme do que imaginava; embora necessite de muita recuperação habitacional.

Uma cidade diferente, de facto; que ora me fez lembrar a vila de Constância, ora a cidade de Castelo Branco ou mesmo a de Viseu.

 

Disfrutei de belas vistas e de várias peripécias também. A começar na ida,com uma avaria da camioneta e 6 Kms. de Mora.

Logo, um atraso de 35 minutos na chegadaa Portalegre... Paciência. Depois, na quarta-feira, a bela surpresa que foi visitar o Museu da Tapeçaria de Portalegre. Magnífico espaço, magníficas peças. Um sítio onde nos apetece ficar mais tempo e onde urge voltar!

Não deixem de lá ir. É obrigatório!!!

 

Depois uma visita à Ribeira de Nisa.

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publicado por flordocardo às 16:34
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17
Ago 10

 

Pois, com efeito... Segundo dia em Portalegre.

 

Logo que possa darei pormenores. Isto é só para actualizarem o vosso GPS.

 

 

Continuem por aí.

 

 

publicado por flordocardo às 20:16
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05
Ago 10

 

 

 

Os defensores da Linha do Tua anunciaram que conseguiram abrir o processo de classificação da ferrovia transmontana como monumento de interesse nacional, o que poderá vir travar a construção da barragem de Foz Tua se a decisão for favorável.

Apoio!

Só quem nunca percorreu esta via ferroviária pode admitir que ela venha a desaparecer de vez!

publicado por flordocardo às 20:32

20
Abr 10

 

 

Não sou, desde já confesso, particular admirador da poesia de Manuel Alegre (mas justo será dizer, igualmente, que não tenho acompanhado até à exaustão a sua obra). Na certeza porém, há um livro deste autor que considero belíssimo, talvez por ser algo diferente (na criação do verso, no ritmo, na metáfora, na temática) daquilo que normalmente associo à poética de Alegre. Esse livro intitula-se «Senhora das Tempestades» e foi editado pelas Publicações Dom Quixote em Fevereiro de 1998.

Estive a relê-lo, de fugida, ontem e hoje. Dele vos deixo aqui um poema.

 

*   *

 

Foz do Arelho

ou

Primeiro Poema do Pescador

 

 

Este é apenas um pequeno lugar do mundo

um pequeno lugar onde à noite cintilam luzes

são os barcos que deitam as redes junto à costa

ou talvez os pescadores de robalos com suas lanternas

suas pontas de cigarro e suas amostras fluorescentes

talvez o Farol de Peniche com seu código de sinais

ou a estrela cadente que deixa um rastro

e na mais.

 

Um pequeno lugar onde Camilo Pessanha voltava sempre

talvez pelo sol e as espadas frias

talvez pela orquestra e os vendavais

ou apenas os restos sobre a praia

«pedrinhas conchas pedacinhos d’osso»

e nada mais.

 

Um pequeno lugar onde se pode ouvir a música

o vento o mar as conjugações astrais

um pequeno lugar do mundo onde à noite se sabe

que tudo é como as luzes que cintilam

um breve instante

e nada mais.

 

                                                          Foz do Arelho, 8.8.96

 

publicado por flordocardo às 17:35
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13
Mar 10

 

 

 

 

 Vila ribeirinha, vila poema, na confluência do Tejo com o Zêzere. Estou mortinho por lá voltar!!!

 

Deve ser pelo facto do sol ter despontado.

Constância, desde ontem que não me sai da cabeça. 

Talvez vá até lá pelas Festas do Concelho - 3, 4 e 5 de Abril.

 

 

publicado por flordocardo às 22:06
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