02
Abr 10

 

 

Num post meu, de 15 de Janeiro, intitulado «CARTA (adiada) PARA O FUTURO»,

falei-vos que a missiva tinha começado a ser escrita nesse mesmo dia e tinha destinatário certo. Pois bem, essa carta foi acabada esta madrugada e entregue há instantes, em mão. E lida. E conversada.

 

 

Com isto encerrou-se um ciclo da minha vida. Um novo patamar está à minha frente, esperando ser pisado.

Espero com isto ter ganho fôlego para dar esse passo.

E se um dia vos falei da eventualidade de revelar tal carta aqui, esqueçam.

Só vou citar o seu princípio e o seu fim:

 

                                                      Carta para...  

(Aldraba numa porta em Castelo Branco

- foto da minha amiga Júlia, do blogue «aldrabas e batentes»)

 

«Recusar-te naquela noite teria sido um crime que nos mataria aos dois; um crime que nunca perdoaríamos a nós mesmos

(...)

«Está intacto o que sinto por ti (e o que desejo de ti e o que quero para ti). Logo, o remédio passa por quebrar o que está intacto. Para isso preciso de tomar fôlego (ou deixar passar o tempo, como se costuma dizer). Talvez esta carta me ajude nesse sentido, talvez por isso me tenha comprometido ferreamente a escrevê-la a qualquer preço.»

(...)

«Acredita que estarei sempre contigo (olha, se mais não podes ou queres, toma-me assim em ti como uma espécie de “anjo da guarda”, pois sabes que podes contar sempre comigo, como eu contei contigo tantas vezes e espero continuar a contar). Obrigado por tudo! E perdoa-me os momentos amargos que te dei sem querer. Acredita que a minha porta estará sempre aberta para ti e para tudo o que vier de ti, a qualquer hora.»

(...) 

«E grato, quero acabar como comecei: recusar-te naquela noite teria sido um crime que nos mataria aos dois; um crime que nunca perdoaríamos a nós mesmos. Guardemos ao menos isso. Acredito que sim.

 

Mil Beijos (e que eu nunca te veja triste sempre que te vir)!

 

Cruz Quebrada, 2 de Abril de 2010 (05.00h)»

 

* Agora vou ver se ganho coragem para ir amanhã até Constância.

 

publicado por flordocardo às 20:32

Humm... a mim parece-me que o chá e as torradas surtiram efeito. Estranho como a madrugada faz aflorar os nossos sentimentos mais sinceros e profundos fazendo-os ganhar vida de uma forma espantosa!

beijinhos***
Só Avulso a 2 de Abril de 2010 às 23:23

No caso, como em outros, a forma não é tudo, infelizmente. E saíu-me dos fígados, acredita. Bjinhos! * * *
flordocardo a 3 de Abril de 2010 às 23:14

Bela prosa...
Uma boa Páscoa (em Constância?)
Júlia a 3 de Abril de 2010 às 12:38

Só não me acontece o belo onde eu mais queria, cara amiga...
E não, não fui a Constância. Dá para acreditar?...
Abraço grande e mais uma vez obrigado pela foto (agora terá ficado mais claro porque a pedi a si, penso eu...)!
flordocardo a 3 de Abril de 2010 às 23:17

Abril 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9





Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO