03
Ago 09

 

 

 
  
 

Assim, como vindo do nada, de repente, este poema... vos deixo. 

 

 

 

 

ASSIM...

 

 

 

 

 

Como se houvesse uma palavra luminosa

 
Como se o vento viesse pelas árvores
 
Como se visto e tido nada tivesse
 
 
Caminha pedras e dunas rumo ao mar
 
Por entre uma raiva esperançosa
 
Em passo lento leve e repetido
 
De quem espera descobrir outro lugar

 

 

Lisboa, 3 de Agosto/2009

 

 

publicado por flordocardo às 17:59

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.


Agosto 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
11
12
13
14
15

16
18
19
20
21

23
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO