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Mar 10
publicado por flordocardo às 12:06
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O governo, em reunião extraordinária de Conselho de Ministros, vai anunciar hoje as principais medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) a implementar para reduzir o défice para 3 por cento do PIB até 2013.
Depois do congelamento dos salários dos funcionários públicos, da eliminação de alguns benefícios fiscais e da imposição de limites ao endividamento do Sector Empresarial do Estado, o ministro Teixeira dos Santos vai apresentar ao Conselho de Ministros um "programa de reprivatizações bastante ambicioso", segundo revela o jornal «Diário Económico». Ainda segundo este jornal, vão ser alienadas as participações do Estado na Zon, na Lisnave e na Efacec (as quais não serão consideradas “estratégicas”)... As participações na IPE Macau, SIMAB, Sociedade Águas da Curia são outros casos.
O inventário já está feito e a lista é composta por 32 participações financeiras que estão registadas com um valor de 436,8 milhões de euros, em termos de capital social. No entanto, o seu valor de mercado poderá ser muito maior. Mas tudo dependerá da evolução da própria economia (e de potenciais interessados).
Estas participações vão transitar para a «Parpública», mais concretamente para a sub-holding Capitalpor que tem como missão proceder à reprivatização das participações do Estado, segundo apurou o «Diário Económico». A operação financeira que está a ser montada com a passagem das participações do Tesouro para a Parpública é idêntica à usada em 2007 com as operações de reprivatização da REN, GALP Energia (2ªfase) e Portucel.
De referir ainda que o governo já inscreveu a TAP como privatizável na proposta de Orçamento de Estado para 2010, orçamento que terá o seu desfecho final no próximo dia 12.
Conclusão: a “guerra” começou.
Na verdade, uma verdadeira declaração de guerra aos trabalhadores portugueses está em marcha, como já aqui havia sido previsto!

 

ISTO VAI AQUECER!!!
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publicado por flordocardo às 01:23

publicado por flordocardo às 00:35
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DA VIOLÊNCIA

 

 

Do rio que tudo arrasta se diz que é violento.

Mas ninguém diz violentas

As margens que o comprimem.

 

 

                                                                    Bertolt Brecht (1898-1956)

 

(do livro «Beltold Brecht - Poemas» - Editorial Presença, Janeiro/1976)

 

publicado por flordocardo às 00:17
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