23
Nov 10

publicado por flordocardo às 12:27
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22
Nov 10

 

 

 

- Blindados chegaram a Portugal - (22 Nov. 10, 12.13h)

 

«As duas viaturas chegaram de madrugada ao Aeroporto de Lisboa, mas por via terrestre, de camião, apurou o DN. Os blindados estão pintados com o azul da PSP e têm dois bonecos "smiley" nos faróis.»

(…)

«Os dois Cougar, de fabrico norte-americano, terão viajado por via aérea até Espanha.»

(…)

«Entre o equipamento em falta encontram-se 45 viaturas anti-motim, um canhão de água, uma viatura pesada e seis ligeiras para a remoção de obstáculos. Uma encomenda num valor total de cinco milhões de euros.»

 

Blindados chegaram a Portugal
 
 

 

 

 

(Ai, os "smiley", que fofinhos... Tadinhos... Terão viajado bem de avião até Espanha e de camião de Espanha para cá?...)

 

publicado por flordocardo às 12:20

 

*    *

 

«O CDS-PP vai pedir explicações ao Governo sobre o paradeiro dos veículos blindados que foram comprados para uso da PSP durante a Cimeira da NATO, mas o equipamento ainda não chegou.»

 

22 Nov. 10

18 Nov. 10

17 Nov. 10

16 Nov. 10

09 Nov. 10

 

(devemos estar em presença da 2ª. melhor anedota do ano)

 

publicado por flordocardo às 11:13

 

*

 

   Nesta vã tentativa de arrumar livros (nunca sei se os arrumo, se os desarrumo), veio-me às mãos um que já não folheava há alguns anos: «Erva de Agosto».

Trata-se de um livro de poemas de Joaquim Murale, editado pelo próprio autor em Dezembro de 1979. Reli-o em boa parte e permito-me oferecer-vos hoje dois poemas do mesmo.

Não sei que é feito, entretanto, da poesia de JM (embora saiba que já editou posteriormente dois romances). Mas, ó Murale: a gente há-de voltar a encontrar-se por aí, não é?

 

*

 

(Se porventura te disserem que morreste)

 

Se porventura te disserem que morreste

procura as feridas uma a uma do chicote

 

A noite é dos malfeitores e dos vampiros

mudar o vento nos moinhos é urgente ao pão

 

Como a fonte do rio é necessária que corras

certo de alcançar a foz

 

A montanha acolhe o teu grito guerreiro

desafias a morte por fim

 

*

 

(Do inimigo falavam só em aniquilá-lo resolutos)

 

Do inimigo falavam só em aniquilá-lo resolutos

seguramente é bela a primaveril mimosa e odorosa

e nos olhos se lança ao perigo um tal desdém

para quantas campanhas do fogo nos aguardam ainda

                                                                 [não tememos

 

publicado por flordocardo às 00:13
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21
Nov 10

 

*   *

 

Com o patrocínio da TSF e do grupo Mota-Engil, realizar uma Conferência no Palácio da Bolsa, no Porto, amanhã, no âmbito do Ano Europeu de combate à pobreza e exclusão social, convidando Durão Barroso e Cavaco Silva…, o que vos parece?

 

Cá para mim cheira-me a anedota (que para ter mais ênfase, devia contar ainda com Sócrates, Teixeira dos Santos, Belmiro de Azevedo e mais uns quantos)...

 

O que acham?

 

publicado por flordocardo às 15:42

20
Nov 10

publicado por flordocardo às 13:51
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Pois cá recebi o prémio de que falavas, cara Melt. 

 

 

 

 

 

Dará mesmo?

                                                              

                       Seja lá como for, o blogue agradece!

 

publicado por flordocardo às 13:45
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publicado por flordocardo às 01:48
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19
Nov 10

 

 

Parece que até agora a notícia do dia quanto à Cimeira da NATO é... Vamos mandar GNRs para o Afeganistão. Para tarefas de formação...

 

G'anda país que somos, cheio de força na verga!!!

 

GNR.jpg 

 (Levarão bicicletas?)

 

publicado por flordocardo às 20:58

 

*

 

A crise que despoletou em 2008 e que não cessa de se agravar parece assentar num problema técnico. Vai daí, inventam-se a toda a hora soluções técnicas para tentar debelar a crise: mais regulação; corta aqui, acrescenta ali (como se está a ver com o OE/2011); injecta confiança aqui, desincentiva isto ali, etc., etc., etc.

 

A política é, desta forma, relegada para os bastidores, para fora do alcance dos holofotes. Porém, a crise, sendo económica na sua raiz, é também política. Quer dizer: sem uma política correcta não se pode resolver a crise actual nas suas várias dimensões. Se a solução tem que ser política (e não técnica), então resulta óbvio que esta tentativa desesperada de despolitizar a crise que estamos a viver serve unicamente o poder instalado, precisamente aquele que é responsável por ela.

 

É imperioso denunciar esta teoria da despolitização - venha ela da direita ou da “esquerda” - que nos conduz à impotência. Ela visa em primeiro lugar atar-nos de pés e mãos a esta conclusão: se queres uma economia boa, então cuida de apertar o cinto!

 

Assim se pretende escamotear um facto elementar: que os défices existentes nas contas públicas e o aumento galopante da dívida soberana de Portugal (e não só) resultam dos milhares de milhões de euros engolidos pelos bancos e instituições financeiras falidas durante a crise financeira que eclodiu em 2008.

 

Repudiemos esta teoria e façamos política! É isso que cumpre ao movimento operário e popular!

 

Não me venham cá com as meras tretas da «defesa do Estado Social», pois isso não basta. As conquistas do Estado Social resultaram da luta dos trabalhadores, e não da boa-vontade ou grandeza de espírito dos exploradores; e se aquelas estão agora a ser liquidadas é porque o poder económico e político nunca saíu das mãos do grande capital.

 

É por isso que a greve geral de 24 de Novembro só deve ter um lema: é preciso derrubar a ordem capitalista existente; e é preciso derrubar o governo que em Portugal a corporiza - o Governo Sócrates!

 

Quem tiver força para derrubar este governo de trampolineiros também terá força, mais tarde ou mais cedo, para impor um governo dos trabalhadores e para os trabalhadores - ou não será?

 

publicado por flordocardo às 15:19

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