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Já tenho assistido a conferências de imprensa inóquas e rídiculas, mas a de ontem, protagonizada por Miguel Relvas, deixou-me de boca aberta; mais do que rídicula foi patética - sobretudo ao invocar a falta de «condições anímicas» do artista para permanecer em funções no governo...
O acto constituiu, muito provavelmente, um retrato nítido da tal disciplina de «Introdução ao Pensamento Contemporâneo» que se lecciona (ou leccionava?...) na Lusófona...
PA-TÉ-TI-CO!!!