07
Ago 10

 

 

Ontem, finalmente, um dia e uma noite infinda de Verão (sem ventania). A situação repete-se hoje.

 

Mas hoje é um dia muito especial para mim. E (na ausência de uma foto que estupidamente não consigo aqui colocar)  nesta hora exacta aqui o lembro através de um curtíssimo, mas incisivo, poema alheio...  

 

*   *

 

Remember to Remember

 

Não te esqueças de recordar

Não te esqueças

                           de esquecer

                                                                     Boston, 14 de Agosto 1996

  

                                    ALBERTO LACERDA (1928-2007)

 

(do livro «O pajem formidável dos indícios» - Assírio & Alvim, Junho/2010)

publicado por flordocardo às 23:49

Oi, oi, ai, ai... Porque será que não estou sequer a ver-te de férias?
Abraço!
Melt a 8 de Agosto de 2010 às 00:16

Pois é... Mas domingo passei o dia em Peniche, o que já não foi mau.
Bjito! *
flordocardo a 10 de Agosto de 2010 às 01:07

Vai tudo bem ou não?
Abraço!
TF a 10 de Agosto de 2010 às 10:57

Vai-se!
Abraço! *
flordocardo a 10 de Agosto de 2010 às 21:35

Pois...esquecer, seria óptimo. Li a uma das tuas respostas a um comentário...foste passar o dia a Peniche? Já lá passei férias mas não gosto muito...temos de andar de carro p'ra todo o lado e é muito stress para o meu gosto... só gosto da Praia dos Supertubos. das outras praias nem por isso.
Abraço
ónix a 10 de Agosto de 2010 às 20:52

Há-de chegar o momento em que vai ser bom lembrar e bom esquecer. E sim, fui a Peniche, mas nada de praia. Por ali, gosto das de São Bernardino e do Baleal.
Bjões! ***
flordocardo a 10 de Agosto de 2010 às 21:37

Qual o valor deste dia para ti? (só respondes se quiseres - needless to say but I just did it.)
Abraço*
Ana a 11 de Agosto de 2010 às 16:38

Imagina teres à tua frente o desejo e o amor. Olhos nos olhos, ao alcance das mãos, ambos tocáveis com as pontas dos dedos. Tudo tipo 2 em 1. Foi o que aconteceu na noite desse dia que aqui evoquei. E nunca vai morrer, pois creio ter sido tão único e tão intenso que repetir-se será uma impossibilidade quase absoluta. E, porém, não é verdade que a vida está sempre a surpreender-nos? É.
Não te consigo explicar melhor.
Abraço! *
flordocardo a 16 de Agosto de 2010 às 12:04

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