28
Nov 09

 

Lá vou escrevendo...  

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HEI-DE MATAR ESTA SEDE

 

 

Não há-de ser nada... Hei-de
matar esta sede
este amargo de boca
 
Neste território sem lei  
existe o verso e o reverso
e por um afago simples
encontrarei a água do teu rosto
 
De que traição me farei liberto?
Não digam nada…
Não há resposta
 
Não há-de ser nada… este amargo de boca
Nem que seja na morte 
hei-de matar esta sede

 

 

 

Cruz Quebrada, 28.11.09

 

publicado por flordocardo às 19:03

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