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Jan 14

 

*   *

 

 

(Eis como as oliveiras se desnudam)

 

Eis como as oliveiras se desnudam

os dias tremem

 

O frio enclausura o tempo

rompe cronologias

intemporiza ideias falas

e palavras

 

Um outro dialecto torna-se acessível

depois de tantos dias de silêncio

e de vazio branco

 

O corpo retesa-se

fotografa

 

 

(Parede, 14-16.01.2014)

 

publicado por flordocardo às 00:58

Belo...
porto santo a 22 de Janeiro de 2014 às 16:16

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